segunda-feira, 1 de dezembro de 2014


Esta são algumas fotos nossas com os professores  Patricia Thomaz, Marilda Rezende, Ricardo Magalhães e Ynaiah Teixeira.
Obrigada pelos ensinamentos,carinho e atenção que tiveram com nossa  turma, cada um de vocês foi muito importante para nosso aprendizado e formação. 




                                                  Portfólio - Trabalho de Didática.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Somos estudantes e estamos sempre em busca de melhores resultados, queremos transmitir aos nossos alunos uma aula de qualidade e superação. Para aprimorar nosso aprendizado entrevistaremos duas  professoras com tempo de docência diferente, porém ambas com igual competência. Iniciaremos com a professora P.P de 24 anos. Docente há 2 anos, professora na rede estadual de ensino e compartilhará conosco um pouco de sua experiência.

1- COMO AGIR NAS SITUAÇÕES DE CONFLITO ENTRE ALUNO-PROFESSOR PARA QUE CONSIGA OBTER UM CLIMA AGRADÁVEL E MELHORAR A QUALIDADE DO ENSINO?
R-Procurar conversar com o aluno na altura dele, passando confiança e segurança, mostrando a ele a necessidade de respeito mútuo.

2- QUAIS HABILIDADES O PROFESSOR DEVE TER PARA OBTER UM BOM RELACIONAMENTO ENTRE SEUS ALUNOS?
R-  O professor, principalmente de escola pública, precisa ser um pouco pai/mãe para lidar com determinadas situações, precisa estar sempre atualizado e muito bem disposto.

3- COMO CONSEGUIR O RESPEITO DOS ALUNOS SEM APELAR PARA O AUTORITARISMO?
R- Se elas entenderem o motivo de estarem ali, não é preciso usar o autoritarismo porque haverá cooperação dos dois lados (professor/aluno) 

4- COMO CONSEGUIR O EMPENHO DE UM ALUNO QUE NÃO SE MOSTRA MOTIVADO EM APRENDER?
R- Fazendo-as entender a necessidade do estudo na vida delas e preparando aulas dinâmicas e mais próximas da realidade deles.

5-O QUE MAIS TE EMOCIONA NA SALA DE AULA?
R- Me emociona quando eu percebo que o aluno realmente aprendeu o conteúdo.

6- O QUE TE LEVOU A ESCOLHER A PROFISSÃO DE EDUCADORA?
R- A vontade de fazer a diferença na vida dos alunos, levar um pouco de conhecimento e ganhar o carinho em troca.

7- QUAIS SÃO OS PONTOS POSITIVOS DESSA NOVA GERAÇÃO DE ALUNOS?
R- Eles são muito críticos.

8- O QUE TEMOS QUE PRESERVAR NA EDUCAÇÃO DE ANTES PARA OS DIAS ATUAIS?
R- O respeito pelo professor

9- QUAL A MAIOR DIFICULDADE ENFRENTADA EM SALA DE AULA?
R- A falta de respeito, de ambas as partes.

10- QUAL É SEU MAIOR SONHO COMO EDUCADORA?
R- Ver todas as crianças alfabetizadas dignamente, sem a fome e o trabalho infantil. Que todas tenham um lar acolhedor e que brincar seja a única preocupação na infância.

Agradecemos a P.P pela atenção e dedicação.

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

A evolução da mulher na Educação





A trajetória da mulher brasileira nos últimos séculos é, para dizer pouco, extraordinária: de uma educação no lar e para o lar, no período colonial, para uma participação tímida nas escolas públicas mistas do século 19; depois, uma presença significativa na docência do ensino primário, seguida de uma presença hoje majoritária em todos os níveis de escolaridade, bem como de uma expressiva participação na docência da educação superior.
As mulheres são maioria na escola a partir da quinta série do ensino fundamental, passando pelo ensino médio, graduação e pós-graduação.
As mulheres ainda são minoria na docência da educação superior, mas a sua participação cresce a cada ano num ritmo 5% maior que a dos homens, o que permite inferir que, mantida a atual tendência de crescimento, elas serão maioria também na docência dentro de, no máximo, cinco anos.
Merece destaque a trajetória das mulheres na graduação: quando deixam o corpo discente, elas representam sete pontos percentuais a mais do que quando ingressam no campus, indicando que a sua taxa de sucesso é maior que a dos homens e que, por isso mesmo, a maioria observada no momento do ingresso (56,4%) se torna ainda mais sólida na formatura (63,4%).
Segundo dados da pesquisa Trajetória da Mulher na Educação Brasileira  (1996 a 2003), "elas são maioria em quase todos os níveis de ensino, especialmente nas universidades; têm um tempo médio de estudos superior ao dos homens, tornando-se cada dia mais alfabetizadas; e apresentam um desempenho escolar, em vários níveis, comparativamente melhor ao dos homens" (p. 49).


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Mapa Conceitual - Filosofia da Educação.

Um mapa conceitual é uma ferramenta de trabalho que tem como objectivo organizar e representar um dado conhecimento, ideia ou pesquisa. Este mapa é feito através de um conjunto de conceitos (palavras-chave), relacionados entre si e colocados por uma determinada ordem. Esta conexão entre conceitos é feita utilizando linhas ou flechas, onde podem constar palavras ou frases de ligação, que explica a natureza da relação entre os conceitos. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Evolução da Mulher no século XX

O vídeo retrata a evolução da mulher na sociedade desde 1900 até 2010.




https://www.youtube.com/watch?v=klzmWXnMK1w

Música de Chico Buarque - Mulheres de Atenas.



https://www.youtube.com/watch?v=MabbVn0Rlv4

A Mulher e o mercado de trabalho

A Mulher e o mercado de trabalho

São diversas as desigualdades existentes na sociedade brasileira. Uma das mais evidentes refere-se às relações de gênero, menos relacionada à questão econômica e mais ao ponto de vista cultural e social, constituindo, a partir daí, as representações sociais sobre a participação da mulher dentro de espaços variados, seja na família, na escola, igreja, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nas últimas décadas do século XX, presenciamos um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.
Em razão do avanço e crescimento da industrialização no Brasil, ocorreram a transformação da estrutura produtiva, o contínuo processo de urbanização e a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho.
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizada pelo IBGE em 2007, a população brasileira chega a quase 190 milhões de brasileiros, com a estimativa de 51% de mulheres. Segundo dados do IBGE de 2000, a PEA (População Economicamente Ativa) brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos.
Uma constatação recorrente é a de que, independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade tem mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho. Conforme estudos recentes, verifica-se, mesmo que de forma tímida, que a mulher tem tido uma inserção maior no mercado de trabalho. Constata-se, também, uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Contudo, ainda não foram superadas as recorrentes dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia e de equiparação salarial com homens que ocupam os mesmos cargos/ocupações.
Ainda nos dias de hoje é recorrente a concentração de ocupações das mulheres no mercado de trabalho, sendo que 80% delas são professoras, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde. Mas o contingente das mulheres trabalhadoras mais importantes está concentrado no serviço doméstico remunerado; no geral, são mulheres negras, com baixo nível de escolaridade e com os menores rendimentos na sociedade brasileira.
Segundo o Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, do governo do Estado de São Paulo – quanto ao “comportamento do desemprego feminino na Região Metropolitana de São Paulo, observa-se que, em 1985, essa taxa era de 15,5% para as mulheres e de 10,1% para os homens, aumentando, em 2000, para 20,9% e 15,0%, respectivamente. Isso significa que na RMSP [Região Metropolitana de São Paulo], em 2000, uma em cada cinco mulheres que integravam a População Economicamente Ativa, encontrava-se na condição de desempregada.”
O total das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior à dos homens brancos e 23% delas são empregadas domésticas. Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que são efetivadas no mercado.
O trabalho não remunerado da mulher, especialmente o realizado no âmbito familiar, não é contabilizado por nosso sistema estatístico e não possui valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venha crescendo. O que se conclui com os estudos sobre a situação da mulher no mercado de trabalho é que ocorre uma dificuldade em separar a vida familiar da vida laboral ou vida pública da vida privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.

Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
http://www.brasilescola.com/sociologia/a-mulher-mercado-trabalho.htm